Sacramento da Reconciliação

Sexta-feira | Ig. Matriz
  18h30 - 19h30

Ex. de Consciência 1  Ex. de Consciência 2
(Quem desejar confessar-se fora dos horários estabelecidos deve articular com o pároco, pois está sempre disponível)

Intenções do Papa

Maio

A IGREJA EM ÁFRICA, FERMENTO DE UNIDADE (Pela Evangelização)

Para que, através do empenho dos próprios membros, a Igreja em África seja fermento de unidade entre os povos, sinal de esperança para este continente.

 

O sentido cristão das festas religiosas.


O que se celebra nas romarias e festas religiosas, hoje, não se afasta das origens. Ao celebrar festas e participar das romarias, seja em honra de Nossa Senhora ou de algum santo ou santa, o povo católico deseja lembrar a Deus e a salvação operada por ele. Nossa Senhora e os santos tornam-se os mediadores da ação de Deus. Ao mesmo tempo, além de mediadores, eles são estímulo e ânimo, ao mostrarem às pessoas simples que é possível ter fé e viver de acordo com o Evangelho. Os Bispos reconhecem que a devoção a Nossa Senhora ocupa um lugar preponderante na devoção popular, pois é o elo que une a fé do povo com o Magistério da Igreja, especialmente naqueles lugares onde falta a atenção pastoral adequada: “A piedade mariana é com frequência o vínculo resistente que mantém fiéis à Igreja setores que carecem de atenção pastoral adequada” (Documento de Puebla 284).
    
O Beato Papa Paulo VI afirmou que a devoção mariana é um elemento “qualificador” e “intrínseco” da “genuína piedade da Igreja” e do “culto cristão” (cf. Marialis Cultus 56). São João Paulo II asseverou algo semelhante: “A sua excepcional peregrinação da fé representa um ponto de referência constante para a Igreja, para as pessoas singulares e para as comunidades, para os povo s e para as nações e, em certo sentido, para toda a humanidade” (Redemptoris Mater 6).

Assim, o culto se exprimirá na liturgia, que, por sua vez, passará a ser uma forma própria de culto, que se realizará, de acordo com o sentido neotestamentário, em toda a vida da pessoa de fé, na comunidade e na própria liturgia. Isso, porque a pessoa e a comunidade estão numa união indissolúvel, também no que concerne ao culto cristão. É o que expressam os dois textos, a seguir, do documento do Vaticano II sobre a liturgia: “No decorrer do ano, a Igreja inseriu ainda memórias dos Mártires e dos outros Santos, que, conduzidos à perfeição pela multiforme graça de Deus e recompensados com a salvação eterna, cantam nos céus o perfeito louvor de Deus e intercedem em nosso favor” (Sacrosanctum Concilium 104) (…) “Os Santos sejam cultuados na Igreja segundo a tradição. As suas relíquias autênticas e imagens sejam tidas em veneração. Pois as festas dos Santos proclamam as maravilhas de Cristo operadas nos seus servos e mostram aos fiéis os exemplos oportunos a serem imitados” (Sacrosanctum Concilium 111).

Como conclusão, podem fazer-se as seguintes observações:

a)    Desde a sua origem, o cristianismo sempre contou com as festas, cujo centro é a salvação operada por Jesus Cristo, através da sua morte na cruz e ressurreição. Venerar Nossa Senhora ou um santo ou uma santa não afasta de Jesus Cristo, mas se torna uma manifestação de sua salvação.
b)    As festas religiosas são manifestações da alegria cristã, que, por sua vez, nasce da certeza da salvação realizada, uma vez por todas, por Jesus Cristo, e da esperança da sua segunda vinda gloriosa, na Parusia. O povo reúne-se para celebrar e, assim, manifesta a alegria. A oportunidade de uma romaria ou de uma festa religiosa converte-se num momento prazeroso para o povo e de vivenciar o verdadeiro sentido comunitário próprio da natureza da Igreja, Povo de Deus.
c)    As festas religiosas, apesar de serem dirigidas a Nossa Senhora ou a um santo ou uma santa, de devoção popular, exaltam a soberania de Jesus Cristo e de sua salvação, mantendo a centralidade cristológica, pois Jesus Cristo permanece sempre como o centro da fé. Nesse sentido, não há um desvio da fé, mas apenas mediação.
d)    Os santos são, ao mesmo tempo, exemplos de vida cristã e estímulo para a busca da santidade e de uma vida de acordo com a Palavra de Deus, que impelem a buscar a alegria verdadeira e a salvação eterna.
e)    A Eucaristia é o centro das festas cristãs, por isso, celebrada no domingo e/ou numa celebração da Santa Missa precedida, normalmente, pelo sacramento da Penitência e da Reconciliação.

 

Nas oito freguesias/paróquias do concelho da Trofa existem várias festividades e romarias. No folheto em anexo podem também visualizar as festas e romarias que celebramos e festejamos na nossa paróquia, que são elas:

 

ANO PASTORAL DE 2018-2019:

FESTA DA PÁSCOA DE CIDAI  (21 e 22 de Abril)

FESTA DA NOSSA SENHORA DO DESTERRO (22 a 28 de Abril)

FESTA DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO (1 e 2 de Junho)

FESTA DA PROFISSÃO DE FÉ  (16 de Junho - Solenidade da Santíssima Trindade)

FESTA DO CORPO DE DEUS / PRIMEIRA COMUNHÃO (20 de Junho)

FESTA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS (Tríduo) (26, 27 e 28 de Junho)

FESTA DE SÃO PEDRO DA MAGANHA (29 e 30 de Junho)

FESTA DE NOSSA SENHORA DA LIVRAÇÃO (15 a 21 de Julho)

FESTA DO SENHOR/SSº SACRAMENTO E SÃO TIAGO MAIOR (25, 27 e 28 de Julho)

FESTA DE NOSSA SENHORA DA ALEGRIA E SÃO GENS DE CIDAI (1 de Setembro)

ROMARIA DAS "GENTES DO MAR" (16 de Setembro)