Sacramento da Reconciliação

Quarta-feira | dia 7 | Ig. Matriz
17h30 - 19h30

Ex. de Consciência 1  Ex. de Consciência 2
(Quem desejar confessar-se fora dos horários estabelecidos deve articular com o pároco, pois está sempre disponível)

Intenções do Papa

Outubro

A missão dos leigos na Igreja (Pela Evangelização)

Rezemos para que, em virtude do batismo, os fiéis leigos, em especial as mulheres, participem mais nas instâncias de responsabilidade da Igreja.

AS EXÉQUIAS CRISTÃS
…o que nos diz o Catecismo da Igreja Católica…

1680. Todos os sacramentos, principalmente os da iniciação cristã, têm por fim a última páscoa do cristão, que, pela morte, o faz entrar na vida do Reino. Então se cumpre o que ele confessa na fé e na esperança: «Espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há-de vir» (14).

I. A última Páscoa do cristão

1681. O sentido cristão da morte é revelado à luz do mistério pascal da morte e ressurreição de Cristo, em quem pomos a nossa única esperança. O cristão que morre em Cristo Jesus «abandona este corpo para ir morar junto do Senhor» (15).

1682. O dia da morte inaugura para o cristão, no termo da sua vida sacramental, a consumação do seu novo nascimento começado no Baptismo, o definitivo «assemelhar-se à imagem do Filho», conferido pela unção do Espírito Santo e pela participação no banquete do Reino, antecipada na Eucaristia, ainda que algumas derradeiras purificações lhe sejam ainda necessárias, para poder vestir o traje nupcial.

1683. A Igreja que, como mãe, trouxe sacramentalmente no seu seio o cristão durante a sua peregrinação terrena, acompanha-o no termo da sua caminhada para o entregar «nas mãos do Pai». E oferece ao Pai, em Cristo, o filho da sua graça, e depõe na terra, na esperança, o gérmen do corpo que há-de ressuscitar na glória (16). Esta oblação é plenamente celebrada no sacrifício eucarístico, e as bênçãos que o precedem e o seguem são sacramentais.

II. A celebração das exéquias

1684. As exéquias cristãs são uma celebração litúrgica da Igreja. O ministério da Igreja tem em vista, aqui, tanto exprimir a comunhão eficaz com o defunto, como fazer participar nela a comunidade reunida para o funeral e anunciar-lhe a vida eterna.

1685. Os diferentes ritos das exéquias exprimem o carácter pascal da morte cristã e correspondem às situações e tradições de cada região, até no que respeita à cor litúrgica (17).

1686. A Celebração das Exéquias – Ordo exsequiarum – da liturgia romana propõe três tipos de celebração das exéquias, correspondentes aos três lugares em que se desenrolam (a casa, a igreja, o cemitério), e segundo a importância que lhes dão a família, os costumes locais, a cultura e a piedade popular. O esquema é, aliás, comum a todas as tradições litúrgicas e compreende quatro momentos principais:

1687. O acolhimento da comunidade. Uma saudação de fé dá início à celebração. Os parentes do defunto são acolhidos com uma palavra de «consolação» (no sentido do Novo Testamento: a fortaleza do Espírito Santo na esperança (18). Também a comunidade orante, que se junta, espera ouvir «as palavras da vida eterna». A morte dum membro da comunidade (ou o seu dia aniversário, sétimo ou trigésimo) é um acontecimento que deve levar a ultrapassar as perspectivas «deste mundo» e projectar os fiéis para as verdadeiras perspectivas da fé em Cristo Ressuscitado.

1688. A liturgia da Palavra, aquando das exéquias, exige uma preparação, tanto mais atenta quanto a assembleia presente pode incluir fiéis pouco frequentadores da liturgia e até amigos do defunto que não sejam cristãos. A homilia, de modo particular, deve «evitar o género literário do elogio fúnebre» (19) e iluminar o mistério da morte cristã com a luz de Cristo ressuscitado.

1689. O sacrifício eucarístico. Quando a celebração tem lugar na igreja, a Eucaristia é o coração da realidade pascal da morte cristã (20). É então que a Igreja manifesta a sua comunhão eficaz com o defunto: oferecendo ao Pai, no Espírito Santo, o sacrifício da morte e ressurreição de Cristo, pede-Lhe que o seu filho defunto seja purificado dos pecados e respectivas consequências, e admitido à plenitude pascal da mesa do Reino (21). É pela Eucaristia assim celebrada que a comunidade dos fiéis, especialmente a família do defunto, aprende a viver em comunhão com aquele que «adormeceu no Senhor», comungando o corpo de Cristo, de que ele é membro vivo, e depois rezando por ele e com ele.

1690. O adeus («a Deus») ao defunto é a sua «encomendação a Deus» pela Igreja. É «a última saudação dirigida pela comunidade cristã a um dos seus membros, antes de o corpo ser levado para a sepultura» (22). A tradição bizantina exprime-o pelo ósculo do adeus ao defunto:

Nesta saudação final, «canta-se por ele ter partido desta vida e pela sua separação, mas também porque há uma comunhão e uma reunião. Com efeito, mortos, nós não nos separamos uns dos outros, porque todos percorremos o mesmo caminho e nos reencontraremos no mesmo lugar. Nunca nos separaremos, porque vivemos para Cristo e agora estamos unidos a Cristo, indo para Ele... estaremos todos juntos em Cristo» (23).

 

O funeral cristão na nossa paróquia

Na ocasião dolorosa da partida dos seus entes queridos, não pode a paróquia deixar de estar presente à vidas das pessoas enlutadas. Assim a paróquia tem diversos serviços e formas diversas de se fazer presente nesta situação difícil. Se for caso disso, não hesitem em contactar o pároco ou o Cartório Paroquial para qualquer situação necessária.

Deixamos, por isso, algumas indicações que podem ser úteis nestas circunstâncias:

  1. Normalmente as exéquias são celebradas sempre na Igreja Matriz, por um sacerdote e com a colaboração dos diáconos.
  2. Para organizar a celebração das exéquias as famílias dos(as) defuntos(as) devem contactar o agente funerário (Armador) que dará todas as indicações e articulará todas as celebrações exequiais com o pároco, ou então poderá contactar directamente o Cartório Paroquial.
  3. A celebração litúrgica será realizada sempre segundo as possibilidades do Pároco e sob a sua orientação. Toda a celebração da liturgia exequial está à responsabilidade do pároco e qualquer alteração a fazer-se quanto ao que está determinado deverá ser sempre com o consentimento do pároco. Podem pedir o coro paroquial para cantar na celebração.
  4. O cortejo fúnebre será realizado de carro e a pé com as confrarias até à Igreja Matriz.Futuramente, quando houver novas condições quanto à capela mortuária, novas orientações surgirão.
  5. No que respeita à confrarias, estas acompanharão o funeral, se o defunto for associado. No caso de não ser, devem contactar os respectivos elementos para a resolução do caso.
  6. Também existe uma Casa Mortuária junto ao cemitério, pertença da Junta de Freguesia, que pode ser utilizada para este tipo de serviço.
  7. A marcação de Eucaristias ou outras celebrações pelo defunto(a) devem ser marcadas no Cartório Paroquial. A possível gratificação do serviço religioso na paróquia deve ser feito somente no Cartório Paroquial.

NOTA: Para mais informações contactar o Cartório Paroquial.

Agência Eclesia

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