Sacramento da Reconciliação

Sexta-feira | Ig. Matriz
  18h30 - 19h30

Ex. de Consciência 1  Ex. de Consciência 2
(Quem desejar confessar-se fora dos horários estabelecidos deve articular com o pároco, pois está sempre disponível)

Intenções do Papa

Maio

A IGREJA EM ÁFRICA, FERMENTO DE UNIDADE (Pela Evangelização)

Para que, através do empenho dos próprios membros, a Igreja em África seja fermento de unidade entre os povos, sinal de esperança para este continente.

 

Os zeladores (as) do Oratório da Sagrada Família

Na nossa comunidade de Bougado (Santiago) existem cerca de 20 zeladores (as) que têm a missão de difundir o Culto à Sagrada Família. As famílias que quiseram entrar nesta corrente de oração familiar a partir do Oratório da Sagrada Família estão agrupadas em grupos de 30 famílias e por lugares, estando um zelador(a) encarregado (a) de cuidar de cada oratório. Sendo assim, existem cerca de 600 famílias que vivem esta devoção.

A DEVOÇÃO DO CULTO À SAGRADA FAMÍLIA

A devoção do culto à Sagrada Família consta dos primórdios da Igreja, mas é no século XIX que ganha especial visibilidade. Duas associações de famílias cristãs consagradas à Sagrada Família estão na base de um amplo movimento de devoção à Sagrada Família, em diversas dioceses de França, Espanha, Itália e Portugal: uma em Liege, dos Padres Redentoristas, (1845) aprovada pelo Papa Gregório XVI e outra em Lion, fundada por um Jesuíta, Padre Francisco Filipe Francoz, (1861) aprovada por Pio IX. Em 1886 o Papa Leão XIII fez, a pedido de numerosos Bispos, a consagração de todas as famílias cristãs à Sagrada Família. Em 1892, com o Breve Apostólico Neminen Fugit, instituiu a Associação universal das famílias cristãs consagradas à Sagrada Família, unificando, assim, as diversas associações e movimentos que haviam surgido em torno da Sagrada Família, e confiou a Associação à vigilância do Cardeal Vigário do Papa em Roma. Em 1893 institui a festa litúrgica da Sagrada Família, que Bento XV em 1921 se estendeu à Igreja universal. Em 1928, Pio XI encarregou o Procurador-geral da Congregação dos Filhos da Sagrada Família de orientar e dinamizar a Associação. Nesta fonte, bebeu também Monsenhor Joaquim Alves Brás, Fundador, do Instituto Secular das Cooperadoras da Família. Mons. Brás indicou ao Instituto como primeiro meio para realizar o seu fim específico: Promover o culto da Sagrada Família, levando as famílias a entronizar em seus lares a Sagrada Família e a fazerem-lhe a consagração.
   

A VISITA MENSAL DA SAGRADA FAMÍLIA AOS LARES 

   A Visita Mensal da Sagrada Família aos Lares visa:

    Despertar nas famílias este mistério de amor revelado na Família de Nazaré;
•   Estimular nas famílias a admiração e contemplação do modelo por excelência de vida familiar, baseada no amor recíproco, na oração, no diálogo e na partilha;
•    Ajudar cada família a descobrir-se como o lugar que dá continuidade ao mistério da Incarnação do Verbo de Deus e do mistério da Salvação;
•    Proporcionar às famílias a reflexão da Palavra de Deus, para iluminar a sua vida pessoal e familiar;
•    Incentivar as famílias à imitação das virtudes da Sagrada Família;
•    Despertar nas famílias o sentido de serem "igrejas domésticas";
•    Contribuir para a celebração de missas pela santificação das famílias.

Em suma, esta iniciativa consiste em se formar grupos de trinta famílias. Cada grupo tem um(a) responsável um (a) zelador (a), que zelará pela normal circulação do oratório entre as respectivas famílias. A cada família é fixado o dia em que recebe mensalmente a visita da Sagrada Família, comprometendo-se, a passar o oratório à família seguinte.

 O Oratório portátil da Sagrada Família:

A Sagrada Família é um pequeno oratório portátil que encerra as imagens de Jesus Cristo, Maria e José, com o qual as famílias poderão fazer a sua oração.
O oratório contém na sua estrutura de madeira, uma pequena caixa de esmolas com uma gavetinha fechada e cuja chave está na posse da zeladora do local, pessoa encarregada de recolher as esmolas, e de as entregar ao pároco que mandará rezar uma missa mensal pelas famílias da paróquia, em especial aquelas que recebem o oratório.
O oratório, destinado ao culto da Sagrada Família, circula pelos lares do lugar que demonstrem o desejo da sua presença. O período de permanência em cada lar é de 24 horas (uma noite e um dia). A passagem do oratório pelas casas deve cumprir os dias estipulados para cada família bem como o tempo atribuído a cada casa.
Esta simpática obra de apostolado de oração e de caridade teve início com a formação de um coro (grupo de famílias pertencentes à mesma zona ou bairro) de 30 famílias, entre as quais foi escolhida uma zeladora. A cada família foi indicado um dia fixo de cada mês para receber em casa a visita dos santos Hóspedes, sendo reservado à zeladora os dois últimos dias do mês. Durante 24 horas deve fazer-se com que arda uma lamparina de azeite ou uma vela de cera diante das santas imagens. Toda a família se reúne em oração para receber, e para se despedir, de Jesus, Maria e José.
A Sagrada Família vem a nossa casa para nos ajudar a imitá-la e, muito especialmente, para nos confirmar na nossa fé, para nos fortalecer na nossa esperança e para nos estimular na nossa caridade; para ser o espelho diante do qual nos havemos de rever, para nos ajudar a enfrentar as dificuldades e os problemas do dia-a-dia, não só dos que encontramos fora de casa, mas também e sobretudo, dos que se nos apresentam na vida do lar.

 O Culto da Sagrada Família:

•    Cada oratório está reservado às pessoas que participam no mesmo grupo; isto é, que vivem na mesma área, zona ou bairro, movimentando-se, em círculo, de casa em casa. Depois de terminada uma volta completa por todos os participantes, inicia-se um novo ciclo.
•    No final de cada ciclo; isto é, quando o oratório volta à primeira casa, que é a casa da zeladora, esta, abre a caixa, retira as esmolas para as entregar na igreja (cartório) e, ela própria, inicia um novo ciclo, mantendo o oratório em sua casa pelo período de dois dias antes de o entregar na casa seguinte.
•    Ninguém é obrigado a receber o oratório em sua casa ou a contribuir para a caixa das esmolas e, em qualquer altura, poderá anunciar a sua vontade de sair do círculo.
•    Nunca é recusada a presença do oratório a novas famílias que se instalem na aldeia e demonstrem interesse em recebê-lo em sua casa.
•    O oratório é entregue, ao anoitecer, à família a quem cabe honrar a Sagrada Família no dia seguinte.
•    Depois de aberto, o oratório deve permanecer alumiado com uma lamparina de azeite ou uma vela de cera.
•    As famílias devem rezar uma breve oração diária diante da imagem ou, melhor ainda, o cerimonial de oração da recepção e da despedida do livro Visita Mensal da Sagrada Família distribuído pelas zeladoras, pois tem prescritas as indulgências próprias.
•    Procuremos incentivar esta devoção hoje mais que nunca, rezando e pedindo a Deus por todas as nossas famílias.
 

 

NOTA: Quem quiser ter em casa a visita da imagem da Sagrada Família deve contactar a responsável ou zeladora do local para eventualmente e segundo as possibilidades a poder receber ou contactar o Cartório Paroquial.